A beleza das flores de mãos dadas com a poesia.
A fragilidade das suas pétalas em harmonia com a força das palavras.
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segunda-feira, 26 de maio de 2008
Respiro o teu corpo
Respiro o teu corpo: sabe a lua-de-água ao amanhecer, sabe a cal molhada, sabe a luz mordida, sabe a brisa nua, ao sangue dos rios, sabe a rosa louca, ao cair da noites sabe a pedra amarga, sabe à minha boca.
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