A beleza das flores de mãos dadas com a poesia.
A fragilidade das suas pétalas em harmonia com a força das palavras.
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quinta-feira, 27 de novembro de 2008
Chove!
Chove… Mas isso que importa! Se estou aqui abrigado nesta porta a ouvir a chuva que cai do céu uma melodia de silêncio que ninguém mais ouve senão eu? * Chove… Mas é do destino de quem ama ouvir um violino até na lama.
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