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segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

Breve


É só o tempo de acordar
suspenso nas cores de um paraíso
que embriaga esta nossa corrida.
É só o instante de sentir
o perfume da flor escondida
que as mãos não saberão colher.
É só o momento de querer
abraçar outro eu que está só
algures à espera de um sorrir.
É só o tempo de ser breve,
beber num sopro este existir
e morrer sem outro acordar.
***
(Miguel do Carmo)

4 comentários:

  1. Olá Cristiana,

    e é tão breve este nosso existir....lindo poema

    Bjs
    Alex

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  2. breve é também o meu "poeminha" para si...
    como já deve ter notado, por ser mês de natal, senti a necessidade de dedicar um acróstico a quem mais me tem visitado no palavrog.

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  3. Alex,
    é demasiado breve e desperdiçado.

    :-)

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  4. José Luís,
    sabe o que me apetece dizer, meio em tom de brincadeira mas com uma base bem séria?
    Que, já que o fez por ser Natal, seria realmente muito bom que fosse Natal todos os dias.
    Obrigada.
    :-)

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