
Quero compor um poema
onde fremente
cante a vida
das florestas das águas e dos ventos
Que o meu canto seja
no meio do temporal
uma chicotada de vento
que estremeça as estrelas
desfaça mitos
e rasgue nevoeiros - escancarando sóis!
onde fremente
cante a vida
das florestas das águas e dos ventos
Que o meu canto seja
no meio do temporal
uma chicotada de vento
que estremeça as estrelas
desfaça mitos
e rasgue nevoeiros - escancarando sóis!
***
(Manuel da Fonseca)
1 comentário:
Um poema onde o desejo da natureza é selvagem e faz estremecer, muito original a figura poética mostrando a força da natureza como uma personificação. Um abraço, Yayá.
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